Quais são as tendências do Marketing Digital para ficar de olho?

Tendências do marketing digital para ficar de olho

Quais são as tendências do Marketing Digital para ficar de olho?

Já estamos passando do primeiro semestre de 2018. Ainda não dá pra saber o que ainda virá e quais serão os grandes acontecimentos e novidades do mundo do marketing digital e da tecnologia nos próximos meses. Mas, mesmo assim, é possível ditar algumas tendências do marketing digital que começaram devagarinho ainda em 2017 e tem tudo para tomarem conta do marketing de diversas empresas muito em breve.

 

No post de hoje, você conhecerá as 4 tendências que prometem causar certo burburinho no marketing digital do Brasil e do mundo. Uma coisa podemos dizer: cada vez mais a tecnologia vê, fala e se integra com a gente. Caso queira saber mais tendências e alguns cases de sucesso do marketing digital, baixe o ebook exclusivo!

 

TENDÊNCIAS DO MARKETING DIGITAL PARA FICAR DE OLHO

 

  1. Live Streaming

    Há alguns anos, uma das principais tendências do marketing digital tem sido marcas mais humanizadas e próximas de seus clientes. Mesmo assim, ainda há espaço para maior aproximação. O live streaming (vídeos ao vivo) está tomando espaço nas principais redes sociais. Esse formato de conteúdo começou a se popularizar com o Snapchat e, depois, foi adotado pelo Youtube, Facebook e Instagram. Dinâmico, o live prende mais a atenção do consumidor do que uma postagem com muito texto ou um vídeo pré-gravado. Nos vídeos ao vivo é possível trocar informações, ajudar e conversar com os consumidores, dando uma “cara” e uma identidade para a empresa.
    Mostrar que atrás de uma marca, seja ela grande ou pequena, existem pessoas reais e semelhantes ao público, gera empatia, humanizando a empresa e aproximando-a de seus clientes

     

  2. Influenciadores

    Fazer anúncios através de pessoas com grande influência nos meios digitais é um bom negócio: você consegue atingir seu público-alvo de forma muito mais certeira, credível e específica. O público do influenciador o segue pois acredita, gosta e confia nos conteúdos postados, e assim também será com anúncios e parcerias divulgados por ele.
    É preciso atenção na ativação de estratégias de marketing com influenciadores digitais: é necessário um estudo sobre os públicos (visto que cada influenciador atinge uma audiência específica) e os tipos de postagem e de conteúdo (se é de qualidade, se possui uma frequência de publicações e qual o impacto sobre o seu público-alvo). Vale ressaltar que a quantidade de seguidores que eles têm não é determinante, visto que este número pode ser comprado e não engajado.
    Outro ponto de atenção deve ser o comportamento dos próprios influenciadores na web. Sabemos que compartilhamentos na internet possuem grande dimensão, principalmente polêmicas e gafes, que podem atingir não só o influenciador como também as marcas que o patrocinam.
    Sugerimos a leitura do artigo sobre os sete tipos de influenciadores e seus respectivos alcances, ressonância e relevância, do Youpix.

     

  3. Fake News

    Em tempos de instabilidades políticas no Brasil e no mundo e opiniões polarizadas, as discussões nas redes sociais e na internet como um todo estão cada vez mais fervorosas. E, para aumentar o combustível dessa “guerra” de argumentos, entram as Fake News.
    Fake News não só é uma das tendências do marketing digital, como uma das tendências de toda a comunicação mundial. E, como o próprio nome diz, são notícias falsas, criadas propositalmente para aparentarem ser verdadeiras. Dessa forma, disseminam informações erradas apelando para o exagero e sensacionalismo, fazendo com que tais notícias falsas sejam compartilhadas como se fossem verdadeiras por milhares de pessoas. Engana-se quem acha que Fake News acontecem pouco e são feitas por uma ou duas pessoas. Existem empresas que criam perfis fakes nas redes sociais, por exemplo, e divulgam informações como se fossem reais, espalhando boatos que parecem verdadeiros.

    Uma investigação da publicação BBC Brasil revelou que um grupo de perfis falsos foi usado para influenciar as eleições em 2014, no Brasil. A empresa, sediada no Rio de Janeiro, tinha por objetivo manipular a opinião pública. A estratégia era similar à usada por russos nas eleições nos Estados Unidos e já vinha sendo utilizada em território brasileiro desde 2012. Segundo pesquisa realizada pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (DAPP/FGV), cerca de 10% de debates políticos no Twitter foi gerado por robôs durante as eleições de 2014. A investigação da BBC Brasil identificou que há um suposto uso desta estratégia para beneficiar uma deputada federal do Rio, em 2017. Já a pesquisa DAPP afirma que 20% das interações a favor da greve geral de abril do ano passado foram criadas por contas automatizadas. Para evitar cair na armadilha das Fake News é necessário estar atento. Ler a notícia inteira e não só a chamada (que pode ser “caça-cliques”), verificar a url do site em que está a notícia ou o perfil da pessoa que a compartilhou primeiro e buscar fontes oficiais são alguns dos passos a tomar para saber se a notícia é verdadeira. Além disso, é importante não compartilhar conteúdo sem antes ter certeza de que as informações ali contidas procedem.

     

  4. Big Data

    Big Data é um termo que se refere a conjuntos com grande volume de dados armazenados. Mas não são dados soltos. São informações importantes que podem ser cruzadas e servem para insights, tomadas de decisões e análises primordiais para o entendimento do comportamento dos consumidores. O Big Data é dividido em 5 V’s, que ajudam a entender melhor sobre o que se trata: volume (segundo a IBM, até 2020 serão 40 zettabytes (43 trilhões de gigabytes) em dados na internet), velocidade (velocidade em que os dados são criados, transmitidos e baixados), variedade (fotos, vídeos, sons, texto, etc), veracidade (segundo a IBM, 1 a cada 3 líderes de empresas não confiam nos dados que usam para tomar decisões) e valor (é preciso estar atento aos custos e benefícios do investimento na análise de Big Data).
    É possível utilizar o Big Data para previsões de mercado, identificação de problemas na empresa, insights para operações e até análise da concorrência. Sabendo minar e interpretar os dados obtidos através das inúmeras ferramentas disponíveis para isso (web analytics, redes sociais, etc), o Big Data pode ser um ótimo aliado no crescimento de um negócio. Por isso, é cada vez mais usado pelas empresas para que possam traçar seus próximos passos no grande mundo das mídias digitais.


Sabemos que hoje em dia a presença de qualquer empresa no meio digital é muito importante. Tão importante quanto a presença online é estar sempre de olho nas tendências do marketing digital.  Afinal, essa é uma área que está em constante transformação. Por isso, fizemos um e-book com as 7 tendências de marketing digital para ficar de olho! Além disso, também analisamos dois cases brasileiros de muito sucesso em 2017.

Lembre-se que o segredo é bem simples: acompanhe e adapte-se às novidades!


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